Olá!
Estou me dedicando mais a poesia. Mas sinto falta de atualizar este blog, então escrevi este poema.Depois retorno aos contos.
Um abraço,
Fernanda
A menina que não dizia
Todo mundo perguntava e ela não respondia
Todo mundo comentava e ela calava
Todo mundo falava e ela ouvia
Não dizia
.....
Um dia
A língua da menina destravou!
Deus nos acuda!
Ela disse:
Coisa com coisa! Tim tim por tim tim.
Uma palavra emendada na outra
Nem adiantava colocar ponto.
...
Reunidos, na sala de reuniões,
Todos se perguntavam
De onde essa menina tirou tudo isso?
Viamão, 25 de março de 2009
Fernanda Blaya Figueiró
A poção de Osten
Postado por
Fernanda Blaya Figueiró
Um novo conto!
Beijos,
Fernanda.
A poção de Osten
A felicidade tem o cheirinho...De bafo de filhotinho!
É isso mesmo! Bafo de filhotinho é capaz de encantar qualquer um. Talvez só seja superado pelo olhar que os filhotinhos usam para hipnotizar, um olhar de quem precisa de cuidados. Por isso, quando um filhotinho nasce, a primeira coisa que ele faz é hipnotizar a própria mãe, depois, os outros seres que vivem ao seu entorno, para que cuidem dele até que consiga se virar sozinho.
Sabendo disso, o terrível e mal humorado Osten, um ratão do esgoto viciado em sofrimento, queria fazer uma poção contra bafo de filhotinho. Como seu mundo era escuro, sujo e pegajoso, ele queria que todo o mundo fosse assim.
Usando seus conhecimentos, da alquimia do esgoto, faria uma poção que, misturada ao reservatório de água, contaminaria toda a população. Seu plano era perfeito, só precisava colher um bafo de filhotinho, o que devia ser muito fácil de conseguir.
Naquele entardecer quente de verão, saiu de sua toca, levando, em um saquinho de farmácia, um pequeno vidro, vazio, de perfume. Bastava que um filhotinho soltasse uma baforada e seria o fim da felicidade, na cidade inteira...!!
Osten atravessou a rua correndo, muitos carros passavam em alta velocidade, pessoas andavam, de um lado para o outro, muito ocupadas. A vida de um rato, fora da toca, vale muito pouco. Ele precisava se esconder, coisa que não era muito fácil para um ratão. Com muito cuidado, entrou no pátio de uma velha casa abandonada. O portão estava caído e seu faro não se enganava: havia, no ar, um cheiro de filhotinhos...! Correu, pelos cantos de um muro, tomado de capim e montanhas de lixo. Embaixo de um tanque, viu Droca, uma autentica SRD, em pleno trabalho de parto. O som, inconfundível, de choro de recém nascido, tomava conta do lugar. Como todo malandro, ele sabia que precisava esperar a melhor hora para atacar. A noite foi passando e o ratão ficou imóvel, mas acordado.
Quando as primeiras gotas de orvalho começaram a cair, Osten percebeu que Droca dormia, com todos os filhotes aninhados, junto ao seu corpo. Em absoluto silêncio, aproximou-se do ninho, com agilidade, puxou, para fora, um dos pequeninos. O ratão separou o filhote da mãe e, com o rabo, fez cócegas, em sua barriguinha.... Então, o pequenino abriu bem a boca e soltou o seu primeiro bafo. Osten conseguiu o que queria.
A gata Noite não gostou nada de ver Osten, perto dos filhotes, mesmo que fossem de sua rival, e pulou do telhado para um latão. Com o barulho, Droca acordou, resgatando seu pequeno filhote e pulando, como uma fera, na direção do ratão, que fugiu apavorado.
Osten correu, desesperadamente, para fora da casa, Droca ficou junto a sua ninhada e Noite perseguiu Osten, atravessando a rua vazia, até a porta do imundo esgoto, em que ele morava. O sol já começava a iluminar a cidade, Noite precisava voltar para o telhado.
Droca agradeceu a ajuda da gata Noite... Os filhotes estavam salvos e dormindo como anjos.
No escuro esgoto, Osten sentou, para recuperar as energias gastas... Estava exausto! Mas muito contente. Em poucas horas, sua poção estaria pronta!
Respirou fundo e começou: Água de poça de chuva, lodo de beira de asfalto, lixo de mercearia... Palmilha de sapato de velho resmungão ... Pena de urubu... Bigode de ratão. Tudo fervido e refervido, no motor do exaustor, formando um óleo escuro e grudento.
Fazia um calor horrível, que anunciava a hora do meio dia. O ratão colocou um pano, no nariz, e abriu, cuidadosamente, o pote de perfume, com o bafo de filhotinho, misturando-o, na sua nojenta poção. Tapou tudo e deixou esfriar. Um sorriso de vencedor invadiu a sua face e uma alegria malvada brilhou_ nos seus olhos. Os sons da cidade começavam a diminuir, uma brisa, de chuva de fim de tarde, chegava ao esgoto. Perfeito para o que ele queria.
Osten comeu um resto de hambúrguer, bebeu um pouco da pinga do santo, pitou um toco de cigarro e esperou a melhor hora para sair.
O pote, com a poção, era muito pesado; resolveu amarrar ao corpo, como se fosse um burrinho de carga. Quando o último ônibus passou - o da meia noite -, decidiu que era hora de sair. Olhou bem para os lados e se esgueirou pelos cantos, subindo as escadas, sem problemas. O reservatório de água ficava bem próximo, bastava subir, por um dos pilares, e a felicidade acabaria de vez... Só que, ao pé da escada, a gata Noite esperava por ele. Osten foi surpreendido pelo ataque da gata, que, com uma patada, o jogou contra uma parede. Encurralado correu, atravessando a rua, e voltando a casa abandonada. Noite observou tudo, mas manteve a distância.
No pátio, Droca esperava por ele. Queria saber o que ele queria com seus filhotes. Osten ficou preso entre a cachorra e a gata.
- Eu queria o bafo de um filhotinho, para usar em uma poção! – Disse, em sua própria defesa.
As duas não acreditaram em suas palavras e diminuíram o cerco. Osten achou que estava perdido, só que um estrondo desviou a atenção deles. Um carro bateu em outro, em plena madrugada...!
O ratão aproveitou e fugiu correndo para sua toca... Quando estava entrando, escorregou e o pote, com a poção, caiu sobre ele...! Desmaiou...
O odor da poção misturava alegrias e tristezas, sofrimentos e felicidades. Osten sonhou _com muitas coisas belas e assustadoras. O bafo de filhotinhos o levou a sonhar com um lugar diferente.
Acordou, com um galo na cabeça, um gosto estranho na boca e uma enorme alegria por ainda estar vivo.
Naquela manhã, pegou carona ,numa carroça que passava pela cidade, e foi morar em um banhado, onde tudo era bonito e tranqüilo.
Nunca mais soube noticia dos filhotes e nem da gata Noite. Mas, encontrou a felicidade, banhado em sua poção, e uma vez que a encontrou, nunca mais quis saber de sofrimentos...!!!
Viamão, 4 de fevereiro de 2009.
Autoria Fernanda Blaya Figueiró
Revisão: Angelita Soares
Beijos,
Fernanda.
A poção de Osten
A felicidade tem o cheirinho...De bafo de filhotinho!
É isso mesmo! Bafo de filhotinho é capaz de encantar qualquer um. Talvez só seja superado pelo olhar que os filhotinhos usam para hipnotizar, um olhar de quem precisa de cuidados. Por isso, quando um filhotinho nasce, a primeira coisa que ele faz é hipnotizar a própria mãe, depois, os outros seres que vivem ao seu entorno, para que cuidem dele até que consiga se virar sozinho.
Sabendo disso, o terrível e mal humorado Osten, um ratão do esgoto viciado em sofrimento, queria fazer uma poção contra bafo de filhotinho. Como seu mundo era escuro, sujo e pegajoso, ele queria que todo o mundo fosse assim.
Usando seus conhecimentos, da alquimia do esgoto, faria uma poção que, misturada ao reservatório de água, contaminaria toda a população. Seu plano era perfeito, só precisava colher um bafo de filhotinho, o que devia ser muito fácil de conseguir.
Naquele entardecer quente de verão, saiu de sua toca, levando, em um saquinho de farmácia, um pequeno vidro, vazio, de perfume. Bastava que um filhotinho soltasse uma baforada e seria o fim da felicidade, na cidade inteira...!!
Osten atravessou a rua correndo, muitos carros passavam em alta velocidade, pessoas andavam, de um lado para o outro, muito ocupadas. A vida de um rato, fora da toca, vale muito pouco. Ele precisava se esconder, coisa que não era muito fácil para um ratão. Com muito cuidado, entrou no pátio de uma velha casa abandonada. O portão estava caído e seu faro não se enganava: havia, no ar, um cheiro de filhotinhos...! Correu, pelos cantos de um muro, tomado de capim e montanhas de lixo. Embaixo de um tanque, viu Droca, uma autentica SRD, em pleno trabalho de parto. O som, inconfundível, de choro de recém nascido, tomava conta do lugar. Como todo malandro, ele sabia que precisava esperar a melhor hora para atacar. A noite foi passando e o ratão ficou imóvel, mas acordado.
Quando as primeiras gotas de orvalho começaram a cair, Osten percebeu que Droca dormia, com todos os filhotes aninhados, junto ao seu corpo. Em absoluto silêncio, aproximou-se do ninho, com agilidade, puxou, para fora, um dos pequeninos. O ratão separou o filhote da mãe e, com o rabo, fez cócegas, em sua barriguinha.... Então, o pequenino abriu bem a boca e soltou o seu primeiro bafo. Osten conseguiu o que queria.
A gata Noite não gostou nada de ver Osten, perto dos filhotes, mesmo que fossem de sua rival, e pulou do telhado para um latão. Com o barulho, Droca acordou, resgatando seu pequeno filhote e pulando, como uma fera, na direção do ratão, que fugiu apavorado.
Osten correu, desesperadamente, para fora da casa, Droca ficou junto a sua ninhada e Noite perseguiu Osten, atravessando a rua vazia, até a porta do imundo esgoto, em que ele morava. O sol já começava a iluminar a cidade, Noite precisava voltar para o telhado.
Droca agradeceu a ajuda da gata Noite... Os filhotes estavam salvos e dormindo como anjos.
No escuro esgoto, Osten sentou, para recuperar as energias gastas... Estava exausto! Mas muito contente. Em poucas horas, sua poção estaria pronta!
Respirou fundo e começou: Água de poça de chuva, lodo de beira de asfalto, lixo de mercearia... Palmilha de sapato de velho resmungão ... Pena de urubu... Bigode de ratão. Tudo fervido e refervido, no motor do exaustor, formando um óleo escuro e grudento.
Fazia um calor horrível, que anunciava a hora do meio dia. O ratão colocou um pano, no nariz, e abriu, cuidadosamente, o pote de perfume, com o bafo de filhotinho, misturando-o, na sua nojenta poção. Tapou tudo e deixou esfriar. Um sorriso de vencedor invadiu a sua face e uma alegria malvada brilhou_ nos seus olhos. Os sons da cidade começavam a diminuir, uma brisa, de chuva de fim de tarde, chegava ao esgoto. Perfeito para o que ele queria.
Osten comeu um resto de hambúrguer, bebeu um pouco da pinga do santo, pitou um toco de cigarro e esperou a melhor hora para sair.
O pote, com a poção, era muito pesado; resolveu amarrar ao corpo, como se fosse um burrinho de carga. Quando o último ônibus passou - o da meia noite -, decidiu que era hora de sair. Olhou bem para os lados e se esgueirou pelos cantos, subindo as escadas, sem problemas. O reservatório de água ficava bem próximo, bastava subir, por um dos pilares, e a felicidade acabaria de vez... Só que, ao pé da escada, a gata Noite esperava por ele. Osten foi surpreendido pelo ataque da gata, que, com uma patada, o jogou contra uma parede. Encurralado correu, atravessando a rua, e voltando a casa abandonada. Noite observou tudo, mas manteve a distância.
No pátio, Droca esperava por ele. Queria saber o que ele queria com seus filhotes. Osten ficou preso entre a cachorra e a gata.
- Eu queria o bafo de um filhotinho, para usar em uma poção! – Disse, em sua própria defesa.
As duas não acreditaram em suas palavras e diminuíram o cerco. Osten achou que estava perdido, só que um estrondo desviou a atenção deles. Um carro bateu em outro, em plena madrugada...!
O ratão aproveitou e fugiu correndo para sua toca... Quando estava entrando, escorregou e o pote, com a poção, caiu sobre ele...! Desmaiou...
O odor da poção misturava alegrias e tristezas, sofrimentos e felicidades. Osten sonhou _com muitas coisas belas e assustadoras. O bafo de filhotinhos o levou a sonhar com um lugar diferente.
Acordou, com um galo na cabeça, um gosto estranho na boca e uma enorme alegria por ainda estar vivo.
Naquela manhã, pegou carona ,numa carroça que passava pela cidade, e foi morar em um banhado, onde tudo era bonito e tranqüilo.
Nunca mais soube noticia dos filhotes e nem da gata Noite. Mas, encontrou a felicidade, banhado em sua poção, e uma vez que a encontrou, nunca mais quis saber de sofrimentos...!!!
Viamão, 4 de fevereiro de 2009.
Autoria Fernanda Blaya Figueiró
Revisão: Angelita Soares
Florida e as irmãs bruxas
Postado por
Fernanda Blaya Figueiró

Comprei estas bonequinhas e depois montei a história. Acho que ficou legal!
beijos,
Fernanda
Florida e as irmãs bruxas
Florida era uma bela menina que não acreditava em bruxas. Iriel e Frela eram duas irmãs bruxas, que não acreditavam em “não bruxas”.
- Todas as mulheres são bruxas! – Elas diziam. Algumas muito poderosas! Outras menos.
Do topo do mundo mágico, elas ficaram sabendo de Florida, por uma nuvem que passou, levando a notícia.
- Como pode? – Perguntavam-se - Essa menina acha que não existimos! Tão bonita, tão fofinha e tão sem imaginação!! Será que acredita pelo menos em fadas? Ou duendes e unicórnios?
Não! O caso era muito mais grave do que elas imaginavam. Florida era totalmente descrente do mundo mágico...!
As duas irmãs decidiram que isso não podia continuar assim.
- Essa menina envelheceu muito rápido! - disse Iriel, montada em sua vassoura – E tudo pode acabar acelerado: as estações do ano, os nascimentos, as felicidades, as angústias... Tudo mesmo!
Iriel e Frela tinham razões para tanta preocupação.
- Criança tem que ser: criança!... – Disse Frela – E toda a criança acredita em bruxas! Não é verdade?
Elas precisavam encontrar um jeito de fazer com que Florida acreditasse que elas existiam. Mas, como?
- Quem sabe, nós a trazemos para o nosso mundo? – indagou Iriel.
- Acho que não vai funcionar... – disse Frela – Florida vai achar que está sonhando. Acho que devemos ir até o mundo dela.
Iriel olhou assustada para a irmã, ir ao mundo real era um grande perigo... O mundo real enfraquecia qualquer ser mágico, até que ele deixasse de existir. Neste caso, Florida acabaria tendo razão, não existiriam mais bruxas, encantamentos, feitiços grandes ou, pequenos. Aos poucos, o mundo mágico terminaria e o mundo real ficaria muito assustador.
Retirando uma receita de um velho livro encantador, elas partiram. Com as seguintes palavras: Sim, Sim, Sala Bim, Bim Bim, as bruxas existem, Sim!*
Só que havia um recado muito importante, que dizia que: o encantamento não podia ser quebrado. Para isso, as duas bruxinhas precisavam manter viva a lembrança do mundo mágico. Deveriam repetir essa frase para lembrar de onde vinham.
- Sim, Sim, Sala Bim, Bim Bim, as bruxas existem, Sim!
Tudo correu muito bem; em poucos minutos, as duas irmãs estavam na cozinha da casa de Florida.
A menina estava sentada, brincando com sucata. Fazia o seu tema de casa, que era criar uma fantasia de carnaval.
Um alívio para as irmãs, já que uma fantasia não deixava de ser um pouco de magia. Só que Florida acha que fantasias também eram bobagens!!!
Com alguns palitos fez uma boneca. Sem nada! Só palito.
- Mãeeeeeeee! – Terminei o tema! – ela disse.
A mãe da menina estava muito ocupada. Não disse nada. A boneca ficou muito chateada! Como brincaria o carnaval, assim, desbotada e sem fantasia?
As irmãs resolveram entrar em ação:
- Sim, Sim, Sala Bim, Bim Bim, as bruxas existem, Sim!
Com o encantamento, a boneca ganhou uma voz:
- Florida! – Ela chamou – Olha pra mim.
Primeiro, a menina ficou assustada. Mas, logo entrou na brincadeira.
- Bonecas de palito não falam! – Disse, autoritária.
A boneca já ia perder a voz, quando as irmãs repetiram o encantamento.
- Sim, Sim, Sala Bim, Bim Bim, as bruxas existem, Sim!
- Eu queria uma fantasia de bruxa! – disse a boneca.
As irmãs adoram a idéia! Florida pegou papel dobrado, fez um grande chapéu e colocou nela. Depois, com um guardanapo, fez um vestido comprido. Gostou tanto de brincar que fez uma vassoura e uma estrela de cinco pontas. Marca registrada das bruxas. Um copinho virou um caldeirão; e uma bolita, virou uma bola de vidro encantada.
Os olhos de Florida brilharam! A boneca ficou linda!
As irmãs achavam que tudo corria muito bem, já estavam pensando em voltar. Quando, sem mais, nem menos, a menina jogou a boneca no chão.
E disse: Bruxas não existem.
As irmãs não se deram por vencidas:
- Sim, Sim, Sala Bim, Bim Bim, as bruxas existem, Sim!
Florida abriu a portinha do fogão a lenha. Estava pronta, para queimar a sua bonequinha.
Neste momento, sua avó chegou na cozinha e disse para ela, bem baixinho:
- Que linda sua bonequinha! Como ela se chama?
Ela não havia pensado em nenhum nome. Então, contou para avó que não acreditava em bruxas... Nem em fadas, unicórnios, ou anjos. Sua avó sussurrou, ao seu ouvido:
- Sim, Sim, Sala Bim, Bim Bim, as bruxas existem, Sim!
A boneca ganhou um nome: Bim Bim. Então, dançou! Pulou! E, festejou!Junto com a menina e sua avó.
Florida descobriu que existe um mundo mágico e encantador, que só as crianças e seus avós conhecem.
Iriel e Frela voltaram para casa num piscar de olhos. E tudo terminou muito bem, com uma nova marchinha de carnaval... - Sim, Sim, Sala Bim, Bim Bim, as bruxas existem, Sim!
* Brincadeira popular.
Viamão, 23 de janeiro de 2009
Autoria: Fernanda Blaya Figueiró
Revisão Angelita Soares
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